Nos novos comportamentos de consumo não se assume fidelidade sobre uma marca, sendo os milenials atraídos por rótulos com personalidade e originalidade.

 

 

Uma pesquisa encomendada pela Wine Spectator afirma que os Milenials (jovens entre 21 e 38 anos) já correspondem a 42% dos compradores de vinho, superando todas as outras faixas etárias. Isso desfaz o mito de que os compradores de vinhos são pessoas mais velhas, mais “conhecedoras” do assunto. Mas atenção, o processo de compra desta geração é diferente da anterior.

 

 

Os milenials têm 4x mais probabilidade de escolher o vinho pelo rótulo, em busca de personalidade e originalidade, ou até mesmo de uma mensagem. Cerca de 35% dos consumidores identifica-se com perfil “aventureiro”, mais disponível, portanto, à experimentação, e só 20% são tradicionalistas. Os fieis a uma única marca reduzem-se a 11% dos consumidores, provando assim a flutuação do mercado que se reflete na compra da garrafa que comunica de forma mais eficiente.

 

 

Ou seja, a escolha do rótulo está relacionada com a identidade da marca, com a qual os novos, e futuros consumidores se identificam. Apostas diferentes, seja em torno de uma abordagem ainda mais tradicional, ou investindo no design e modernidade dos rótulos, são estratégias que podem conviver, atraindo públicos diferentes.

 

A coleção NAPERÃO é um bom exemplo de um contemporâneo regresso ao passado, num verdadeiro “Conta-me Como Foi”, cheio de alma lusitana, design e arte. O naperão era um artesanato muito cobiçado por qualquer mulher prendada, nos anos 60 e 70, e facilmente reconhecível sempre que se entrava em qualquer casa portuguesa.

Luis Pedro

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